Ranking de políticos
Quem aparece aqui não subiu por promessa: a pontuação vem de problemas registrados por moradores e verificados por eles depois.
Como a pontuação é calculada
- +20 quando o político alega ter resolvido um problema e três moradores diferentes confirmam no local.
- +10 quando o problema é dado como resolvido por decurso de prazo — sete dias sem ninguém contestar a alegação.
- −5 para todo político vinculado a um problema que outro resolveu.
Nenhuma pontuação é atribuída manualmente e nenhuma pode ser comprada: toda alteração nasce de um registro público com endereço, foto e data.
Políticos monitorados
- Dudu — Vereador (União Brasil): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Júlia Casamasso — Vereador (PSOL): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Junior Paixão — Vereador (PSDB): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Fred Procópio — Vereador (MDB): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Hingo Hammes — Prefeito (PP): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Gilda Beatriz — Vereador (PP): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Antônio César — Vereador (PRD): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Thiago Damaceno — Vereador (PSDB): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Marquinhos Almeida — Vereador (PP): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Gil Magno — Vereador (PSB): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Dr. Aloisio — Vereador (PP): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Léo França — Vereador (PSB): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Professora Lívia — Vereador (PC do B): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Octavio Sampaio — Vereador (PL): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Júnior Coruja — Vereador (PSD): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
- Tiago Leite — Vereador (PSD): 0 ponto(s), 0 resolução(ões) validada(s).
Panorama dos registros
2 problema(s) acompanhados, 0 já fora do status "aberto".
- 1 × Sem luz
- 1 × Lixo
Guias para cobrar quem tem o dever de resolver
- Como registrar uma reclamação na ouvidoria municipal — A ouvidoria é o primeiro degrau formal da cobrança e o único que gera protocolo. Sem protocolo, o problema existe só na sua memória; com protocolo, ele existe no processo administrativo do município.
- Quanto tempo a prefeitura tem para te responder — Prazo vencido é o momento em que a cobrança muda de natureza: deixa de ser um pedido e passa a ser a denúncia de uma omissão. Saber a data exata do vencimento é o que dá força ao próximo passo.
- Buraco na rua danificou seu carro: como pedir indenização — O município responde pelos danos causados por má conservação da via independentemente de culpa. Você não precisa provar que a prefeitura foi negligente — precisa provar o buraco, o dano e o nexo entre os dois.
- De quem é a responsabilidade: prefeitura, estado ou concessionária — Boa parte das reclamações morre por ser dirigida ao órgão errado. Identificar o responsável antes de escrever economiza trinta a sessenta dias.
- Quando e como acionar o Ministério Público — O Ministério Público não conserta buracos. Ele obriga quem tem o dever de consertar a explicar por que não consertou — e é isso que costuma destravar o problema.
- Poste apagado, COSIP e o que você já está pagando — A iluminação pública é custeada por uma contribuição específica que você paga todo mês na conta de luz. Isso muda a natureza da cobrança: não é um favor pedido, é um serviço já pago.
- Usando a Lei de Acesso à Informação para cobrar obras — A ouvidoria responde o que quiser sobre sua reclamação. O pedido de acesso à informação obriga a entrega de documentos que já existem. É a diferença entre perguntar e exigir.
- Alagamento recorrente: drenagem urbana e o que exigir — Chuva forte é fato da natureza. Ponto de alagamento que se repete no mesmo lugar a cada temporada é falha de drenagem — e falha de drenagem tem responsável.
- Descarte irregular de lixo e entulho: como denunciar — Ponto viciado de lixo raramente se resolve só com limpeza: limpar sem fiscalizar recria o ponto em duas semanas. A denúncia eficaz mira o gerador, não só o acúmulo.
- Como acompanhar o orçamento municipal e as obras — Promessa de obra é discurso. Dotação orçamentária é documento. Saber ler a diferença entre empenhado, liquidado e pago é o que separa a cobrança informada da indignação genérica.
- Como cobrar um vereador (e o que ele pode realmente fazer) — Vereador não executa obra: quem executa é o Executivo. O que o vereador tem é poder de fiscalizar, requisitar informação com prazo e destinar emenda ao orçamento. Pedir a coisa certa multiplica a chance de resposta.
- Como documentar um problema urbano com valor probatório — A foto que serve como prova é diferente da foto que serve como desabafo. A diferença está em escala, referência e data — e custa trinta segundos a mais no local.